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Azurita para clínicas

Da agenda ao repasse do médico, com o prontuário em sigilo e a nota saindo junto.

A recepção marca, o orçamento vai pelo link, a equipe registra na ficha, a cirurgia entra no mapa, e o fechamento do mês diz o que é de cada um.

As telas são do sistema. A Clínica Alecrim é uma clínica de exemplo: nomes, registros e valores são ilustrativos.

A agenda do dia por sala, com as reservas de cada consultório, da sala de procedimentos e da sala de laser

O caminho da paciente

Seis etapas, e cada uma guarda o que a próxima precisa

  1. AgendarSala, profissional e aparelho, sem choque
  2. OrçarO que é de cada um, e o aceite pelo link
  3. AtenderA sessão, o kit e o estoque
  4. RegistrarA ficha e o prontuário, em sigilo
  5. OperarO mapa, a equipe e o implante
  6. FecharA nota, o repasse e a Dmed

Agendar

A agenda de quem atende, da sala e do aparelho, sem choque

O dia ou a semana, por sala, por profissional ou por aparelho. Os horários livres saem do turno de cada um e do que o procedimento pede.

Arraste para o lado, ou toque para ampliar.

  • O choque não passa. A reserva que cai sobre outra na mesma sala, com a mesma pessoa ou no mesmo aparelho é recusada, e a frase diz quem está ali.
  • O que falta aparece antes. A recepção vê que falta a anamnese ou um termo, sem ler o conteúdo de nenhum dos dois.
  • Lista de espera e série. Quem aceita outro horário fica na lista, e as sessões de um tratamento se marcam de uma vez.
  • Confirmação pelo WhatsApp. O botão abre a conversa com a mensagem pronta, para a pessoa revisar e enviar.

Orçar

Um orçamento só, com o que é da clínica, do médico, da compra e do hospital

Cada linha diz como entra na conta. A paciente vê um total claro, e a clínica sabe quanto fica com ela antes de aceitar.

Arraste para o lado, ou toque para ampliar.

  • O link pede a data de nascimento. A paciente lê e responde pelo celular. Quem erra a data é travado, sem saber o que errou.
  • A margem é só de quem pode. Quanto fica na clínica aparece para quem tem a permissão. Para a paciente, nunca.
  • Versões e validade. O orçamento mudou depois de enviado: vira outra versão, e o histórico mostra quem fez o quê. A validade vence sozinha, e a clínica é avisada.
  • O aceite já abre o caminho. Aceitar cria o atendimento, com o sinal e as parcelas. Na cirurgia, abre também o caso para marcar a sala.

Atender

A sessão registra o que se usou, e o estoque acompanha

Da chegada ao atendimento

O "chegou" da agenda abre o atendimento, com quem paga e quem recebe. É ele que depois fatura e gera o repasse.

O kit do procedimento

Cada procedimento tem o material dele, e cada profissional pode ter o seu. A sessão baixa do estoque, e cancelar devolve o que não foi aberto.

Frascos e geladeiras

O frasco aberto tem o "usar até" do produto, e a geladeira avisa quando a temperatura sai da faixa.

Registrar

O prontuário é da clínica, e o sigilo vale até para o dono da conta

Só abre quem tem vínculo clínico e assinou o termo de sigilo, e só quem tem registro concede o vínculo. A recepção e o financeiro veem o nome, a reserva e o que falta pagar, e nunca a evolução, a anamnese ou as fotos.

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  • Assinou, não muda. A correção vira uma linha nova, que aponta para a anterior. O que estava escrito continua lá.
  • Quem leu fica registrado. Cada busca e cada leitura vão para a trilha de auditoria, e a recusa também.
  • Anamnese e termos como eram no dia. A paciente responde pelo link ou no tablet, e as perguntas e o texto ficam congelados naquela versão.
  • Uso de imagem à parte. A autorização é separada, com ou sem o rosto, e pode ser revogada. As fotos e os papéis ficam cifrados.

Os papéis e a saída

Receita, atestado e pedido de exame

A receita comum e a de retenção, em duas vias, saem da própria ficha, com quem assinou.

Evento adverso, com busca por lote

O que aconteceu fica na ficha, com a gravidade e a conduta, e a busca por lote acha os outros eventos com o mesmo produto.

A cópia e a saída da clínica

A cópia para a paciente leva a folha das assinaturas. Se a clínica sair, o responsável técnico recebe os dados dela, cifrados.

Operar

A cirurgia marcada, com a equipe, a sala e o preparo no mesmo mapa

O mapa é a agenda das salas, próprias ou de um hospital, com a janela reservada à clínica. O que está errado vira aviso, e quem decide é a equipe.

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  • O preparo na lista. A lista do pré-operatório de cada cirurgia mostra o que falta perto da data. Ela avisa, e não impede operar.
  • A ficha do ato. Quem fez e o que usou, com a referência do procedimento e a justificativa quando foge dela.
  • A alta e os retornos. A alta confere os critérios um a um, e os retornos que ninguém fez aparecem na lista.
  • A folha do dia. Em PDF, para a equipe levar à sala.

O implante rastreado, do estoque à paciente

O número de série é lido no ato, e o registro na Anvisa está no cadastro do produto.

O que não serve é recusado

Bloqueado, vencido, já usado ou sem registro: a leitura recusa na hora, e a troca guarda o que foi retirado.

As três etiquetas

A da ficha, a do cartão da paciente e a da nota de serviço.

O recolhimento

O lote recolhido fica bloqueado, a lista diz quem recebeu, e cada contato fica registrado.

Esterilizar

Cada ciclo da autoclave, com os indicadores e o que foi na carga

A regra do biológico é da clínica: em todo ciclo, todo dia, toda semana ou só na carga com implantável.

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  • O implantável espera o biológico. A carga com implantável só libera com o biológico dela negativo.
  • O positivo reprova. O ciclo volta, e a tela lista o que precisa ser conferido.
  • A etiqueta de cada pacote. Com o lote, a validade e quem preparou, pronta para imprimir.
  • O registro que não muda. Liberado ou reprovado, o ciclo fica como foi, com o motivo.

Fechar

A nota, o recebimento e o que cada profissional recebe no mês

O Fechar emite a nota de serviço e compensa o sinal. O repasse nasce do trabalho feito, e a tela do mês mostra o que falta fazer com cada um.

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  • Quem emite, casa com a nota. Quem não emite vira título a pagar no financeiro, e o funcionário vira comissão. Cada um pela forma dele.
  • O mês fecha em lote. Marca as linhas e gera um título só, casa com a nota do mês ou marca a comissão. A soma não passa do total da nota.
  • A regra de cada um. O percentual do profissional, com a regra própria de um procedimento por cima.
  • A retenção na nota que entra. Na nota de serviço do médico, o sistema calcula o IR, o INSS, o CSRF e o ISS a reter, e a guia sai como título a pagar.

A Dmed

O arquivo do ano, pelo que foi pago, no CNPJ raiz. A paciente sem CPF segura o arquivo e aparece na tela.

O contador

O pacote do contador leva as notas e o arquivo das retenções do mês.

Os documentos da empresa

A licença e os demais documentos, com o vencimento e o aviso antes de vencer.

Para a sua clínica

O que precisa para funcionar, e o que ainda não faz

O que a clínica precisa

  • Computador ou celular com navegadorSem programa para instalar.
  • Um responsável técnicoO dono o nomeia, ele assina o termo de sigilo e abre o prontuário para a equipe.
  • Certificado digital e cadastro fiscalCom o regime e a nota de serviço definidos com o seu contador.
  • Os seus textosOs modelos de anamnese, de termo e de evolução, escritos pela clínica.
  • ImpressoraPara o papel assinado, as receitas e as etiquetas.

O que ainda não faz

  • Prontuário sem papelO sistema ainda não cumpre todo o NGS2: o registro se imprime, se assina à mão e se guarda. A tela diz isso.
  • Assinatura ICP-Brasil e receita eletrônicaA receita sai para assinar no papel.
  • Confirmação automática pelo WhatsAppO sistema abre a conversa com a mensagem pronta, e quem envia é a pessoa.
  • Pagamento pelo linkA paciente aceita pelo celular e paga na clínica.
  • Convênios e TISSO atendimento é particular.
  • Teleconsulta e odontologiaFicam fora desta versão.
  • NFS-e em qualquer cidadeA prefeitura da sua clínica se confere antes de começar.

Próximo passo

Ver as telas com o jeito da sua clínica

A Azurita para clínicas está em apresentação: nenhuma clínica usa em produção ainda, e queremos ouvir a sua antes da primeira.

  1. Mostrar as telasO caminho inteiro, com os procedimentos que a sua clínica faz.
  2. Ouvir como a clínica trabalhaA agenda, os repasses, as cirurgias e o que hoje fica no papel.
  3. Conferir com quem respondeO contador, para as notas e os repasses, e o responsável técnico, para o prontuário.
  4. Decidir o começoO que entra primeiro, e o que ainda precisa mudar para a sua clínica.

E-mail: azuritagestao@gmail.com

Telas do sistema Azurita com dados de exemplo. A Clínica Alecrim não é uma clínica real, e nomes, registros, valores e lotes são ilustrativos.